28 de jun de 2011

Diferença ou Diversidade?

Já todos sabemos esta história: há uma batalha interminável, que se supõe ser a mais antiga e se calhar a mais destrutiva. E perguntam vocês qual ela é não? Pois no fim desta crónica tenho a certeza que saberão.

Diz-se que a temática do anel de casamento é mais antiga do que se pensa. Acredita-se que começou na Idade da Pedra, onde o homem atava à volta do dedo da mulher um fio de alguma grossura para que assim, quando ela se afasta-se ou estivesse longe bastava puxar esse fio e a mulher vinha. Mas esta concepção foi evoluindo, passando por muitas transmutações até chegar ao que conhecemos hoje, se bem que não é muito diferente: anel de compromisso.

Mas existe outra teoria: a teoria da criação (segundo a ciência!) que diz que primeira mulher foi uma vaquinha. Sim, uma vaca, que depois se foi transformando, transformando, transformando, transformando… ao que hoje vemos: mulheres lindas.

Mas também do homem esta teoria explica que ele nasceu do macaco, transformou-se, desenvolveu-se, mentalizou-se, alimentou-se… e acabou por se transformar num porco.


Outra coisa que vemos muito frequentemente é que quando as mulheres e os homens se casam tanto um como o outro perdem aquela forma física que tinham quando se conheceram, percebem? Mas isso deve-se a vários factores: nas mulheres, porque começam a ter filhos (essa é a principal causa!) e nos homens, pois porque depois de terem as mulheres não fizeram nada mais.

Mas para além disto, também notamos outras teorias e diferenças. As mulheres, por exemplo, quando se olham ao espelho só se acham imperfeições, uma ruga aqui, um pneuzinho acolá, etc. (continuo a achar que o espelho foi um invento criado para deitar as mulheres a baixo e as pôr em stress …) mas nos homens, quando apesar de terem 20 quilos a mais se olham no espelho, acham-se melhores do que nunca (gordura? Não, músculos em exagero baby!)


Ah… não nos podemos esquecer do que o homem tem na cabeça e do que a mulher tem no coração caros amigos. Mulher: romance, amor, carinho, blá, blá, blá… Homem: tunga, tunga e mais tunga.

Não se iludam caros amigos, quando vemos pela rua um homem com alguma barriguinha não é porque finalmente descobriram uma forma de o homem carregar o bebé…não! É sim porque bebeu muitas cervejas antes de sair de casa.

E então, se acham (as mulheres) muito perfeitinhas eis que sempre temos um caso ou dois que bem, falam por eles próprios:

Do outro lado e, grande rival da ciência temos a sagrada criação do (H) homem. Deus olhou para baixo, viu Adão sozinho, sem fazer nenhum e acreditem que lhe deu trabalho de sobra…

E bem, já descobriram de que batalha estou a falar? Pois é, mas isto tudo não passa de um mito? Afinal não somos todos iguais, tanto os homens como as mulheres? Sim, o cérebro das mulheres e dos homens são diferentes, mas isso é caso para tanta rivalidade? Eu acho, que somos todos iguais. Que nos devemos respeitar mutuamente, não? Eu acho que ao contrário de discutir as nossas diferenças, deveríamos era celebrar a nossa diversidade. Pensem nisso. Much Love and Peace ;)

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