3 de ago. de 2011

caras colegas, as férias vão bem?

12329(agora...) de cada vez que abro o blogue salta-me à vista este astronómico número de visitas: só digo que é uma loucura mas tudo bem, de médico e de louco todos temos um pouco.
E agora centro-me mais um bocadinho nas minhas caras colegas, que por força das circustâncias imagino (férias) têm andado um bocadinho esquecidas não?
Eu não quero estar a ser chato...não, não, pelo contrário, eu quero ser chato, mas parece que as teclas do teclado (desculpem a redundância) do computador têm andado um pouco preguiçosas pelo menos aqui para o blogue.

Só vos quero lembrar que como grande publicitário do blogue que eu sou, que me tornei devido ao tempo, peço um bocado (só um bocado ahahahah) de presença feminina neste blogue que também é bem vinda ;) Por isso vamos lá postar ok girls? Beijinhos

P.S. Esta mensagem muito especial foi dirigida especialmente para as nossas colaboradoras habituais: Mariana, Sílvia, Cristina, Natália, Susana, Andreia e Isabel ;)

Agradecia os meus devidos esclarecimentos manifestando-os através de postagens ahahahaha

Do vosso colega e amigo, muito chato como sempre claro, David.

Pensamento do dia

"Quem perde os seus bens, perde muito; quem perde um amigo, perde mais; mas quem perde a coragem, perde tudo."

Autor desconhecido

1 de ago. de 2011

Para os amantes de livros

Caros leitores amantes de livros, deixo aqui um bom site onde podem criar as vossas contas e adicionar os livros que leram, os que estão a ler e os que irão ler.
É bastante divertido porque também tem quizzes e trivias.
O site também mostra nas estatísticas o ano em que mais leram e o ano em que leram mais páginas.
O único mal é estar em Inglês mas graças à ferramenta do google que ainda não está bem traduzido para português, podem traduzir a página.

Aqui fica o link

Um livro por semana


Título: Frágil, Tudo pode quebrar. Mas algumas coisas doem mais do que outras.

Autor: Jodi Picoult

Editora: Civilização Editora


Páginas:498


Sinopse: Willow, a linda, muito desejada e adorada filha de Charlotte O’Keefe, nasceu com osteogénese imperfeita - uma forma grave de fragilidade óssea. Se escorregar e cair pode partir as duas pernas, e passar seis meses enfiada num colete de gesso. Depois de vários anos a tratar de Willow, a família enfrenta graves problemas financeiros. É então que é sugerida a Charlotte uma solução. Ela pode processar a obstetra por negligência - por não ter diagnosticado a doença de Willow numa fase inicial da gravidez, quando ainda fosse possível abortar. A indemnização poderia assegurar o futuro de Willow. Mas isso implica que Charlotte tem de processar a sua melhor amiga. E declarar perante o tribunal que preferia que Willow não tivesse nascido...


Opinião:

Quem foi da minha turma já sabe que tenho um fascínio pelos livros da Jodi.
Pensava que já tinha lido os melhores livros dela mas mais uma vez ela conseguiu me surpreender com este magnifico livro.
Este livro mostra-nos as dificuldades que uma família passa quando uma criança nasce com uma deficiência ou doença, neste caso era Osteogénese Imperfeita também designada como a doença dos Ossos de Vidro.
O livro não só fala sobre os problemas que esta família enfrenta como também os das pessoas que convivem com esta família, por isso que o livro é tão interessante, não se centra só na família O'Keefe.
A história tem 4 Partes e em cada parte temos as narrativas de um familiar da Willow ou alguém que está envolvida na vida dela, e também encontramos receitas que Charlotte escreve e nas quais associa as preparações à forma como tem de cuidar da filha.

Este livro marcou-me, depois de o ler não deixei de pensar na questão que nele fora levantado.
Nele encontramos todo o tipo de temas como esperança, arrependimento, identidade e família que irão causar reviravoltas até o final do livro.
A verdade é que a Jodi Picoult criou uma história terrivelmente realista e acho que é por isso que ficámos a pensar no livro depois de o ler.
Aviso aos corações de manteiga que este será um livro em que irão verter umas lágrimas, tal como eu.

Minha avaliação:

5/5- Excelente

Carta para a Solidão

1 de Agosto de 2011

Por cada linha que escreves sinto o sufoco das tuas mãos. A tua pele desgasta-se com mais frequência e as lágrimas inundam os teus olhos com mais rapidez. A tua fé desfaz-se sem nenhum motivo, e o teu motivo não tem propósito. E ficaram estas linhas marcadas na mesa, marcadas nas paredes, nos guardanapos de papel, nos espelhos…nos nossos corações.
Já não recebemos cartas, nem postais, nem mensagens dos pássaros, nem pedaços de recordações. Já não sentimos a tua presença, já não mais, e ainda bem que é assim, pois quando estavas aqui sentíamo-nos enjoados, maldispostos com tudo e não nos apetecia sair para nada.
Mas as vezes atreves-te a aparecer assim do nada. Apareces do nada sem avisar sem dar explicação, se bem que isso não importe, pois é a tua maneira de ser. E depois como se nada disso contasse ficas por aqui a olhar para os quadros, a secar as flores, a desprezar os outros e só a importares-te contigo. Egoísta.
Mas vai-te embora rápido. Não te queremos por aqui outra vez, não queremos saber nada mais de ti nem das tuas coisas. Nunca mais voltes sem que eu te peça. Simplesmente vai-te embora, Solidão.

De mim.

30 de jul. de 2011

Pensamento do Dia

«Não é o peso que levas, que te deita abaixo. É a forma como o carregas.»


Lena Horne, atriz e cantora afro-americana.

28 de jul. de 2011

27 de jul. de 2011

No nosso ConTexto

Vamos falar claro, sem estranhezas, sem complicações.
Vamos escrever com todas as letras, vamos até dizer palavrões.

Vamos decorá-lo com muito trabalho, para as nossas estimadas visitas.

Vamos postar, escrever, criticar, opinar, sugerir, inclusive admitir.

Vamos associar-nos num grupo, para fazer-nos rir.

Façam-se luzes, câmaras, acção! Isto não é uma competição;

É um lugar, é um contexto, é um blogue, é emoção.

Vamos prestar uma homenagem a todos nós que postámos,

Vamos agradecer por nos fazerem rir quando mais triste
estamos.

Vamos juntar-nos todos num grito: vamos todos escrever!

Vamos criar algo bonito, digno de se ler.

Não se esqueçam queridos leitores, este blogue é para vocês.

Mas também é para nós: é a nossa libertação.

Por isso vos deixo, não nos vamos arrepender.

Tenho dito, lido e escrito. Não há nada por esclarecer.

12 razões para trocar um homem por chocolate

1- O chocolate satisfaz mesmo quando está mole.
2- Podes comer chocolate em segurança enquanto conduzes.
3- Podes fazer o chocolate durar o tempo que quiseres.
4- Podes comer chocolate em frente aos teus pais.
5- Podes trincar o chocolate com força que ele não se importa.
6- A palavra "compromisso" não assusta o chocolate.
7- Podes comer chocolate a meio de uma aula/trabalho.
8- Com o chocolate não precisas de fingir. O prazer é 100% real.
9- O chocolate não engravida.
10- É facil encontrar bom chocolate.
11- Podes comer vários chocolates que ninguém te insulta por isso.
12- O chocolate não trai.

26 de jul. de 2011

"Numa breve conversa com a lua,
cheguei a uma conclusão
a verdade nua e crua,
realidade, não ficção

Muitas verdades custaram ouvir
em algumas delas houve emoção
não era fácil o que estava a sentir
carinho, amizade, paixão...

Nisto chegou uma estrela
cujo seu nome não dizia
sua beleza era eterna
queria abraçá-la mas não podia

Convicta, gostava de conhecê-la
mas ela para mim estava inapta
eu era mortal e ela uma estrela
apenas soube que seu nome era Marta

Trocámos apenas alguns sorrisos
embora houve-se química no ar,
ela não me era de todo indiferente
eu estava-me de novo a apaixonar

Após um chamamento da terra
tive de voltar a descer
no coração levava sua imagem
mas tinha de a voltar a ver. "

Autor desconhecido

Made in....


O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.


Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).

Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).


Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.


Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.


Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.


Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

TENTE COMPRAR PRODUTOS PORTUGUESES, SÓ ASSIM PODEMOS GARANTIR POSTOS DE TRABALHO....

Nunca me esqueças


Autor: Lesley Pearse
Edi­tora: Edições Asa
Pági­nas: 432

Sinopse:Até onde iria por amor?
Num dia…
Com um gesto apenas…
A vida de Mary mudou para sempre.
Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary - filha de humildes pescadores da Cornualha - traçou o seu destino ao roubar um chapéu.
O seu castigo: a forca.
A sua única alternativa: recomeçar a vida no outro lado do mundo.
Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, à época uma colónia de condenados. O novo continente revela-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido… como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida. Apaixonada, Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na História.
Inspirada por uma excepcional história verídica, Lesley Pearse - a rainha do romance inglês - apresenta-nos Mary Broad e, com ela, faz-nos embarcar numa montanha-russa de emoções únicas e inesquecíveis.

Opinião: Antes de conhecer o livro já tinha visto o filme que está dividido em duas partes que na realidade foi um dos filmes que mais gostei de ver. Tomei conhecimento do livro quando a minha irmã veio contar-me a história de um livro que ela estava a ler e enquanto eu ouvia a sua narração reparei que conhecia a história e aí a minha comadre disse-me que também o leu e que o filme era completamente diferente por isso decidi lê-lo.
Como já tinha assistido ao filme as minhas expectativas em relação ao livro estavam altas mas depois de ler o livro passei a gostar mais do livro que do filme.
Neste livro Lesley Pearse leva-nos numa viagem com Mary Broad para as miseraveis condições dos prisioneiros que eram obrigados a cumprir a pena na Austrália na época da sua colonização.
Quando se começa a ler o livro nunca imaginamos que a história seria tão dura. A linguagem e a discrição que Lesley usa de um certo modo consegue chocar e fazer-nos reflectir nos actos atrozes que aconteciam a estes prisioneiros como quando era uma época de fome e eles roubavam um saco de comida e aí eram chicoteados 100 vezes em praça pública, e também as condições precárias em que viviam nos navios.
O livro tem momentos bons como também momentos muito maus no qual só apetece chorar. Apesar da pouca sorte de Mary a sua perseverança mostra-nos que não devemos desistir facilmente das coisas, que devemos lutar pelos nossos objectivos e direitos.
O que realmente me chocou no final do livro foi descobrir que a história de Mary Broad é verídica, somente foi adaptada pela Lesley que estudou diários de bordo da época para podermos usufruir desta história apaixonante.

A minha avaliação:

5/5 -Excelente

25 de jul. de 2011

I'm Back

Olá meus queridos colegas e leitores do blog, perdoem-me pela minha ausência mas as minhas férias têm estado um pouco agitadas, agora tenho uma linda sobrinha com quem estou vários dias e não tenho estado em casa, posso assim dizer que sou uma foragida mas agora vou estar de volta, vou comentar todos os posts, já vi alguns e dou os parabéns aos que continuam a postar por o seu bom trabalho.



Mudando de assunto e para aquilo que vos queria perguntar, para estas férias tenho um monte de livros que tenciono ler e são mesmo muitos e por isso queria vos perguntar se gostariam que eu postasse os livros, a minha opinião e a minha opinião sobre o livro?
Deixem a vossa opinião

Beijos

24 de jul. de 2011

Que mundo é este em que vivemos?

Como podemos definir este mundo em que vivemos? Eu cá acho que não existe definição possível, largos são os anos de paz, ultimamente este mundo tem-se transformado numa máquina mortífera, capaz da maior atrocidade só para apenas ascender os egoísmos humanos e os interesses individuais. Este é um mundo onde não existe respeito pelo próximo, um mundo onde o valor pela vida humana é ultrapassado pela não-aceitação da vontade dos outros. Uma luta, uma luta sangrenta, só para pura e simplesmente mostrar que não aceitamos algo, não seria mais fácil e mais ético um protesto? Uma marcha? Uma recolha de assinaturas? É preciso matar, colocar bombas, enviar bombistas suicidas, que muitas vezes nem sabem o porquê de fazerem aquilo, e não me venham dizer que é por devoção à religião; porque ninguém é capaz de se matar sabendo que nada ou pouco nada vai adiantar para conseguir o que o seu grupo quer; estas pessoas são escolhidas a dedo, pessoas débeis, pessoas que não sabem que rumo dar á sua vida, pessoas que são massacradas com filosofias ditas teológicas, mas que na verdade são apenas filosofias criadas ao sabor dos objectivos, que tem apenas um, matar pessoas inocentes. É este um mundo dito seguro? Impossível de o ser, com uma ETA ou uma Al Qaeda, com bombas a passear em solo inimigo, com mísseis prontos a lançar, armas na mira certa, drogas prontas a serem consumidas e álcool na prateleira para vender, e no final disto o que vemos? Morte!
É desgostoso ligar a tv e assistir ao telejornal, noticias de guerras, fomes, violações, assassinatos; será isto o futuro do nosso mundo?

Lição de vida

Admiro a personalidade forte das pessoas, a vontade de superarem os obstáculos que a vida lhes coloca, o facto de não desistirem dos seus sonhos/planos só porque é uma missão complicada ou porque não têm condições para os realizar. Assim sendo, deixo-vos o trailer de um filme com uma enorme lição de vida para todos nós.
Este filme é baseado numa história verídica. Uma jovem surfista arranja coragem para voltar ao mar após ter ficado sem um braço devido a um ataque de um tubarão.





"Não preciso que seja fácil. Apenas possível."



23 de jul. de 2011

Custa falar

Hoje é um dia mau. Começo por dizer isto. Já não basta tudo o que se sofre, mas ainda, ainda se prova que até um país riquíssimo pode sofrer também. Tenho pena pelo atentado e tenho pena pelas pessoas que morreram por causa mais uma vez de um tipo de fundamentalismo, e tenho pena por aquelas que com certeza irão viver com a memória de um dia negro e pela perda de tão jovens almas, que sem culpa alguma, já se foram.
Custa-me também falar, e agora particularmente, da morte de uma cantora que apreciava tanto e que apesar dos seus problemas crónicos com a droga e o álcool, nos cativou certamente com a sua voz maravilhosa e a sua forma um pouco fora do usual. Morreu um exemplo, um exemplo para o negativo claro, de que o consumo excessivo de álcool e as drogas podem invariavelmente definir o nosso destino. Mas fica a sua música, fica a sua memória, fica a sua arte.
E é tanto pela catástrofe na Noruega como pela morte de uma artista, que a qualidade de solidariedade do ser humano vem ao de cima, afastando qualquer ideia feita e racionalidade, mas contando apenas com o pesar e a pena pelo próximo. É de lamentar que sejam estas situações (o terrorismo e o consumo de drogas) as despoletadoras destas nossas qualidades.
Em memória das vítimas da Noruega e de Amy Winehouse

22 de jul. de 2011

Optimismo




"Hoje levantei-me cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.


Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar as minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre a minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não me terem dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo só depende de mim."


Charles Chaplin

A crise é má para todos... - Uma Piada Clássica

Encontram-se dois amigos que não se viam há muito tempo:
Manel-Então pá? Como estás?
-Oh, pá estou muito mal, muito mal....
Manel-Então porquê pá?
-Oh pá, é a crise, é a maldita crise!
Manel-Pois pá, agora até os ricos estão de mal a pior...
-Oh pá, isso não por favor!
Manel-Porquê pá?
-Pá porque se os ricos ficam sem guito então aí é que eu fico lixado. Fico sem trabalho pá!
Manel-Como assim pá? Trabalhas num banco ou assim?
-Não pá, nada disso, eu sou ladrão!!

...Afinal quem rouba a quem?...

21 de jul. de 2011

Quando não se utiliza palavras...


Mais valia terem colocado uma placa a dizer que a rua não tinha saída.