Porque o Contexto é a relação entre o texto e a situação em que ele ocorre, porque é o conjunto de circunstâncias em que se produzem mensagens, este blogue foi criado no âmbito da disciplina de Português com o objectivo de, neste ConTexto, cada um poder partilhar um pouco de si.
3 de ago. de 2011
caras colegas, as férias vão bem?
E agora centro-me mais um bocadinho nas minhas caras colegas, que por força das circustâncias imagino (férias) têm andado um bocadinho esquecidas não?
Eu não quero estar a ser chato...não, não, pelo contrário, eu quero ser chato, mas parece que as teclas do teclado (desculpem a redundância) do computador têm andado um pouco preguiçosas pelo menos aqui para o blogue.
Só vos quero lembrar que como grande publicitário do blogue que eu sou, que me tornei devido ao tempo, peço um bocado (só um bocado ahahahah) de presença feminina neste blogue que também é bem vinda ;) Por isso vamos lá postar ok girls? Beijinhos
P.S. Esta mensagem muito especial foi dirigida especialmente para as nossas colaboradoras habituais: Mariana, Sílvia, Cristina, Natália, Susana, Andreia e Isabel ;)
Agradecia os meus devidos esclarecimentos manifestando-os através de postagens ahahahaha
Do vosso colega e amigo, muito chato como sempre claro, David.
Pensamento do dia
Autor desconhecido
1 de ago. de 2011
Para os amantes de livros
Um livro por semana
Título: Frágil, Tudo pode quebrar. Mas algumas coisas doem mais do que outras.Carta para a Solidão
Por cada linha que escreves sinto o sufoco das tuas mãos. A tua pele desgasta-se com mais frequência e as lágrimas inundam os teus olhos com mais rapidez. A tua fé desfaz-se sem nenhum motivo, e o teu motivo não tem propósito. E ficaram estas linhas marcadas na mesa, marcadas nas paredes, nos guardanapos de papel, nos espelhos…nos nossos corações.
Já não recebemos cartas, nem postais, nem mensagens dos pássaros, nem pedaços de recordações. Já não sentimos a tua presença, já não mais, e ainda bem que é assim, pois quando estavas aqui sentíamo-nos enjoados, maldispostos com tudo e não nos apetecia sair para nada.
Mas as vezes atreves-te a aparecer assim do nada. Apareces do nada sem avisar sem dar explicação, se bem que isso não importe, pois é a tua maneira de ser. E depois como se nada disso contasse ficas por aqui a olhar para os quadros, a secar as flores, a desprezar os outros e só a importares-te contigo. Egoísta.
Mas vai-te embora rápido. Não te queremos por aqui outra vez, não queremos saber nada mais de ti nem das tuas coisas. Nunca mais voltes sem que eu te peça. Simplesmente vai-te embora, Solidão.
De mim.
30 de jul. de 2011
Pensamento do Dia
28 de jul. de 2011
Pensamento do dia
Dalai Lama
27 de jul. de 2011
No nosso ConTexto
Vamos falar claro, sem estranhezas, sem complicações.
Vamos escrever com todas as letras, vamos até dizer palavrões.
Vamos decorá-lo com muito trabalho, para as nossas estimadas visitas.
Vamos postar, escrever, criticar, opinar, sugerir, inclusive admitir.
Vamos associar-nos num grupo, para fazer-nos rir.
É um lugar, é um contexto, é um blogue, é emoção.
Vamos prestar uma homenagem a todos nós que postámos,
Vamos agradecer por nos fazerem rir quando mais triste
estamos.
Vamos juntar-nos todos num grito: vamos todos escrever!
Vamos criar algo bonito, digno de se ler.
Não se esqueçam queridos leitores, este blogue é para vocês.
Mas também é para nós: é a nossa libertação.
Por isso vos deixo, não nos vamos arrepender.
Tenho dito, lido e escrito. Não há nada por esclarecer.
12 razões para trocar um homem por chocolate
1- O chocolate satisfaz mesmo quando está mole.2- Podes comer chocolate em segurança enquanto conduzes.
3- Podes fazer o chocolate durar o tempo que quiseres.
4- Podes comer chocolate em frente aos teus pais.
5- Podes trincar o chocolate com força que ele não se importa.
6- A palavra "compromisso" não assusta o chocolate.
7- Podes comer chocolate a meio de uma aula/trabalho.
8- Com o chocolate não precisas de fingir. O prazer é 100% real.
9- O chocolate não engravida.
10- É facil encontrar bom chocolate.
11- Podes comer vários chocolates que ninguém te insulta por isso.
12- O chocolate não trai.
26 de jul. de 2011
cheguei a uma conclusão
a verdade nua e crua,
realidade, não ficção
Muitas verdades custaram ouvir
em algumas delas houve emoção
não era fácil o que estava a sentir
carinho, amizade, paixão...
Nisto chegou uma estrela
cujo seu nome não dizia
sua beleza era eterna
queria abraçá-la mas não podia
Convicta, gostava de conhecê-la
mas ela para mim estava inapta
eu era mortal e ela uma estrela
apenas soube que seu nome era Marta
Trocámos apenas alguns sorrisos
embora houve-se química no ar,
ela não me era de todo indiferente
eu estava-me de novo a apaixonar
Após um chamamento da terra
tive de voltar a descer
no coração levava sua imagem
mas tinha de a voltar a ver. "
Autor desconhecido
Made in....

O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).
Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...
TENTE COMPRAR PRODUTOS PORTUGUESES, SÓ ASSIM PODEMOS GARANTIR POSTOS DE TRABALHO....
Nunca me esqueças

Autor: Lesley Pearse
Editora: Edições Asa
Páginas: 432
Sinopse:Até onde iria por amor?
Num dia…
Com um gesto apenas…
A vida de Mary mudou para sempre.
Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary - filha de humildes pescadores da Cornualha - traçou o seu destino ao roubar um chapéu.
O seu castigo: a forca.
A sua única alternativa: recomeçar a vida no outro lado do mundo.
Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, à época uma colónia de condenados. O novo continente revela-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido… como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida. Apaixonada, Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na História.
Inspirada por uma excepcional história verídica, Lesley Pearse - a rainha do romance inglês - apresenta-nos Mary Broad e, com ela, faz-nos embarcar numa montanha-russa de emoções únicas e inesquecíveis.
Opinião: Antes de conhecer o livro já tinha visto o filme que está dividido em duas partes que na realidade foi um dos filmes que mais gostei de ver. Tomei conhecimento do livro quando a minha irmã veio contar-me a história de um livro que ela estava a ler e enquanto eu ouvia a sua narração reparei que conhecia a história e aí a minha comadre disse-me que também o leu e que o filme era completamente diferente por isso decidi lê-lo.
Como já tinha assistido ao filme as minhas expectativas em relação ao livro estavam altas mas depois de ler o livro passei a gostar mais do livro que do filme.
Neste livro Lesley Pearse leva-nos numa viagem com Mary Broad para as miseraveis condições dos prisioneiros que eram obrigados a cumprir a pena na Austrália na época da sua colonização.
Quando se começa a ler o livro nunca imaginamos que a história seria tão dura. A linguagem e a discrição que Lesley usa de um certo modo consegue chocar e fazer-nos reflectir nos actos atrozes que aconteciam a estes prisioneiros como quando era uma época de fome e eles roubavam um saco de comida e aí eram chicoteados 100 vezes em praça pública, e também as condições precárias em que viviam nos navios.
O livro tem momentos bons como também momentos muito maus no qual só apetece chorar. Apesar da pouca sorte de Mary a sua perseverança mostra-nos que não devemos desistir facilmente das coisas, que devemos lutar pelos nossos objectivos e direitos.
O que realmente me chocou no final do livro foi descobrir que a história de Mary Broad é verídica, somente foi adaptada pela Lesley que estudou diários de bordo da época para podermos usufruir desta história apaixonante.
A minha avaliação:
5/5 -Excelente
25 de jul. de 2011
I'm Back
Mudando de assunto e para aquilo que vos queria perguntar, para estas férias tenho um monte de livros que tenciono ler e são mesmo muitos e por isso queria vos perguntar se gostariam que eu postasse os livros, a minha opinião e a minha opinião sobre o livro?
Deixem a vossa opinião
Beijos
24 de jul. de 2011
Que mundo é este em que vivemos?
Lição de vida
Este filme é baseado numa história verídica. Uma jovem surfista arranja coragem para voltar ao mar após ter ficado sem um braço devido a um ataque de um tubarão.
"Não preciso que seja fácil. Apenas possível."
23 de jul. de 2011
Custa falar
Hoje é um dia mau. Começo por dizer isto. Já não basta tudo o que se sofre, mas ainda, ainda se prova que até um país riquíssimo pode sofrer também. Tenho pena pelo atentado e tenho pena pelas pessoas que morreram por causa mais uma vez de um tipo de fundamentalismo, e tenho pena por aquelas que com certeza irão viver com a memória de um dia negro e pela perda de tão jovens almas, que sem culpa alguma, já se foram.22 de jul. de 2011
Optimismo

Charles Chaplin
A crise é má para todos... - Uma Piada Clássica
Manel-Então pá? Como estás?
Zé-Oh, pá estou muito mal, muito mal....
Manel-Então porquê pá?
Zé-Oh pá, é a crise, é a maldita crise!
Manel-Pois pá, agora até os ricos estão de mal a pior...
Zé-Oh pá, isso não por favor!
Manel-Porquê pá?
Zé-Pá porque se os ricos ficam sem guito então aí é que eu fico lixado. Fico sem trabalho pá!
Manel-Como assim pá? Trabalhas num banco ou assim?
Zé-Não pá, nada disso, eu sou ladrão!!
...Afinal quem rouba a quem?...

