10 de jan. de 2012

Todos os dias nos deparamos com obstáculos. Alguns difíceis de superar e outros nem por isso. 
NÃO SOU uma EXCELENTE aluna de Inglês mas tento safar-me o melhor que posso pois em caso de necessidade sei que posso contar com esta língua para me informar junto de outros quando me encontrar noutro país. É uma língua que podemos falar sem saber muito mas quando chegamos à parte da escrita, aí já é outra conversa. A escrita sempre foi o meu Calcanhar de Aquiles em todas a línguas, e não é que agora encontro-me num grupo online de leitura de livros a tentar expressar a minha opinião de livros em Inglês! Escrevo, apago, volto a escrever, faço imensos erros e mesmo assim tento, e tento escrever o melhor que posso tendo erros ou não pois é com esses erros que irei aprender, e acredito que todos deveriam tentar superar as suas dificuldades tal como eu estou agora a tentar avançar "the wall"- a parede- que me impede de partilhar a minha opinião com os outros. 

Eu sei! Texto chato, mas tinha que partilhar a minha experiência, talvez sirva de exemplo para alguém.
Sugiro a quem esteja a aprender alguma língua que tente conversar com alguém do outro lado do globo pois será uma experiência enriquecedora e talvez até seja divertida. 

SOL! SOL! QUERO SOL!

Digam-me lá se com este "Inverno infernal" que tem sido, não vos apetecia estar numa prainha destas??? A mim apetecia...

Ah, só para vos informar, esta aqui é de CUBA ;)




"Quer? Então faça acontecer, porque a única coisa que cai do céu é a chuva."
 Vinícius de Moraes
"Metade do mundo tem de suar e gemer, para que a outra possa sonhar."

Henry Wadsworth Longfellow
Passámos uma vida inteira a confundir sensações com sentimentos. Achamos viver sentimentos intensos e inexplicáveis a cada dia. Vivemos agarrados à ilusão de que nunca ninguém viveu sentimento tão assolador e verdadeiro como o nosso. E depois, num dia que prometia ser igual a todos os outros, o sentimento genuíno bate-nos de frente, entranha-se em nós até ao mais recôndito espaço livre da alma e faz de nós o que quer. Então percebemos que tudo o que vivemos até ali não passava de uma sensação fabricada dentro da nossa mente.

9 de jan. de 2012

Imagem do dia# 21

Isto irrita-me e ponto final

Não suporto a falta de personalidade própria.
Não suporto pessoas ocas.
Não suporto pessoas que não sabem pensar por elas próprias.
Não suporto pessoas que não têm opinião própria.
Não suporto pessoas que não conseguem tomar iniciativa.
Não suporto pessoas que precisam de outros para tomar uma decisão.
Não suporto pessoas que não são determinadas.

Definitivamente, não suporto maior parte da nossa sociedade.

a verdade é esta

Eu invejo-te. Tenho inveja da tua capacidade de compreender sem te esforçares muito, tenho inveja do teu riso, dos teus olhos, de como és e do que me falta e da tua serenidade alta e indestrutível. Tenho inveja por dissimulares as palavras ao querer falá-las. Eu invejo-te, por conseguires ignorar-me. Quem me dera ter esse poder também para te ignorar a ti! Eu invejo-te - cortas a minha respiração. 
Eu pergunto-me, será isto inveja ou afinal admiração??

Uma Família Vegetariana

Hoje, quando estava a fazer umas pesquisas na internet encontrei uma entevista, feita por uma associação de vegetarianismo online (http://www.centrovegetariano.org), a uma família vegetariana. Como reconheci muitas das coisas aqui abordadas decidi partilhar convosco uma parte da entrevista. Acho que é muito interessante e é bom lerem para entender melhor o porquê do vegetarianismo e também para acabar com o preconceito que ronda este tema. Preconceito este que existe devido à ignorância em relação a este assunto.


Cristina Gomes, 30 anos, psicóloga e Pedro J. Pereira, 32 anos, formador eco social são pais do Pedro com 3 anos e da Inês com 6 meses.
O Centro Vegetariano pediu-lhes que partilhassem connosco as suas experiências como família

vegetariana.


Que tipo de alimentação seguem os pais e desde que idades?
Pjp: Deixei de ingerir qualquer tipo de carne há cerca de 17 anos e peixe há cerca de 11 anos. Durante algum tempo cheguei a praticar de forma plena o veganismo. Neste momento consumo ocasionalmente algum tipo de queijo mais artesanal e ovos biológicos.
Cris: No meu caso, primeiro deixei os ovos e os lacticínios por volta dos 24 anos. Pouco tempo depois deixei de comer carne. Com 25 anos, deixei igualmente de consumir peixe, tendo-me tornado nessa altura praticamente vegana. Foi na minha primeira gravidez que voltei a consumir ovos e queijo, tendo assumido desde essa altura uma alimentação vegetariana, que ainda mantenho atualmente.
(...)

Durante as gravidezes foram incluídos ou excluídos alguns hábitos alimentares, por exemplo, toma de suplementos? Se sim, quais foram as alterações feitas?
Cris: Na primeira gravidez tomei o mesmo que toma a maioria das grávidas, ácido fólico no primeiro trimestre e iniciei a toma do ferro a partir do segundo trimestre. No entanto como não me sentia muito bem com a suplementação e os níveis de ferro estavam ótimos, acabei por pouco tempo depois parar de tomar a medicação.
Na segunda gravidez tomei o ácido fólico no primeiro trimestre e depois não tomei mais nada. No entanto, como no final da gravidez me sentia mais cansada que o habitual e os níveis de ferro e vitamina B12 estavam um pouco mais baixos, aceitei a sugestão de suplementar ambos.
 (...)
Procuraram informações mais detalhadas sobre alimentação e suplementação da mãe e crianças quando decidiram ter filhos? Onde?
Cris: Sim, bastante. A principal fonte foi a Internet. Depois por parte dos profissionais que acompanharam de perto a minha gravidez e eles mesmos foram esclarecendo algumas duvidas e/ou dando algumas sugestões.
Pjp: Recolhi alguma informação mais junto de amigos vegetarianos que também são pais.
Os bebés foram/são amamentados? Se não, como foi/é feita a alimentação?
Cris: Sim, o nosso primeiro filho foi amamentado até aos 20 meses e a segunda filha está a ser igualmente amamentada.
Com que idade começou o Pedro a comer outros alimentos que não o leite materno e que tipo de comidas?
Cris: Tive de introduzir outros alimentos aos 5 meses para lhe dar tempo de se adaptar antes de eu ir trabalhar. Os alimentos que começou por ingerir foram frutas esmagadas (pera e banana crua, maçã cozida) e papas caseiras feitas com o meu leite, fruta e farinhas integrais.
Pjp: A farinha de arroz ou de aveia, só para citar dois exemplos, são excelentes. Normalmente as pessoas vegetarianas, quando praticam uma alimentação diversificada, acabam por conhecer muito mais opções e possibilidades do que as pessoas omnívoras. Infelizmente, a grande maioria das pessoas ainda acaba por optar pelas papas “industriais”. Sem grande noção ou conhecimento de todos os aspetos negativos que elas têm (presença de substâncias conservantes, por exemplo).
Vão educar os vossos filhos na ética e alimentação vegetarianas?
Pjp: Sim, certamente. Não é algo que queiramos impor, mas é um valor preponderante na nossa alimentação e especialmente filosofia de vida. Creio que nossa educação será sempre alicerçada no vegetarianismo como um valor ético, ecológico e espiritual fundamental, mas também pretendemos respeitar a liberdade de escolha dos nosso filhos. Se mais tarde eles optarem por comer carne, por muito que isso nos custetentarei respeitar essa opção. Mas fará parte do meu trabalho educativo fornecer-lhes toda a informação porque considero a exploração das outras espécies animais e em particular o consumo de carne tão nefasto para o equilíbrio ecológico do nosso planeta e para o desenvolvimento civilizacional da nossa sociedade. Para além da própria saúde claro.
Cris: Sim, pelo menos enquanto formos nós a escolher o que eles comem! E se depois decidirem seguir um regime alimentar diferente, tentaremos fazer com que pelo menos tenham consciência do que significa e está por trás de um bife no prato ou uma sardinha no fogareiro...
Utilizam produtos ecológicos e veganos para os bebés (fraldas, champôs, cremes, etc.)? Sentem alguma dificuldade em encontrá-los no mercado?
Cris: Tentamos que todos os produtos que consumimos sejam o mais naturais possíveis e tenham o menor impacto ecológico que conseguirmos. Não sentimos dificuldade em encontrá-los porque já sabemos onde os procurar, mas claro que não estão ainda presentes em qualquer supermercado como seria de desejar.
Pjp: Apoiamos projetos e produtos éticos, ecológicos e preferencialmente não comercializados por grandes grupos multinacionais. Creio que é fundamental sabermos viver mais com menos, e esse processo implica todo um esforço de reaprendizagem e reflexão. Mas à parte destas reflexões, sim, sem dúvida, quando compramos tentamos sempre fazê-lo da forma o mais ética, ecológica, económica e socialmente justa. Mesmo que por vezes isso possa implicar ter de pagar mais. Mas mesmo isso é relativo, se calhar por isso mesmo, e dentro das nossas contingências económicas, acabamos por comprar só aquilo que é mesmo essencial.
A nível social e familiar sentiram/sentem discriminações por não serem omnívoros?
Cris: Nem sempre é fácil para quem não é vegetariano aceitar que uns pais tentem educar os seus filhos de forma a serem vegetarianos desde que nascem... Na medida daquilo que é possível tentamos que compreendam as nossas opções, sem grandes expectativas claro, uma vez que às vezes não é mesmo possível fazer surgir essa compreensão. No entanto, basta olhar para o nosso filho e ver como cresce saudável, vigoroso e cheio de energia, para perceber que está ótimo! E isso tem sido de longe o maior argumento que poderia existir em favor do vegetarianismo.
Pjp: De certa forma acho que não, talvez só alguma pressão, mas nada de muito significativo. Creio que as pessoas que me conhecem sabem o quanto o vegetarianismo tem sido crucial no meu estilo de vida e por isso parece-me quase óbvio que seria impensável que fosse educar os nossos filhos de uma forma diferente. O melhor argumento que podemos utilizar é demonstrar a vitalidade e saúde dos nossos filhos. E de facto é importante percebermos quando as pessoas perguntam ou fazem algum comentário realmente com alguma abertura de espírito, ou intuito de perceber algo, ou então simplesmente para provarem o seu ponto de vista e dogmas pró-alimentação carnívora. E nessas situações creio que não vela a pena gastar energia.
Já decidiram como agir no futuro próximo quando as crianças interagirem com grupos de amigos e familiares? Vão permitir, por exemplo, que experimente comer produtos de origem animal na escola ou noutros eventos?
Cris: O nosso filho interage desde que nasceu com pessoas que seguem um regime alimentar diferente do nosso e já aconteceu por exemplo ele provar leite de vaca e automaticamente rejeitar por não gostar. Quanto à carne e ao peixe ele mesmo já diz que não come porque é vegetariano. Fizemos sempre questão de lhe dizer que habitualmente as pessoas comem carne e peixe.
Se acontecer de ele insistir em comer produtos de origem animal e eu estiver presente, tentarei que ele perceba o que está a querer comer e oferecer-lhe-ei uma alternativa dentro dos alimentos que comemos. Se ainda assim ele insistir em provar penso que o deixaria provar.
Pjp: Quando eles forem um pouco maiores, terei sempre a preocupação de lhes mostrar como a “carne é produzida” e como os animais são explorados e submetidos a tanto sofrimento para que aquele bife ou salsicha possa estar no prato. Pelo menos, se mesmo assim decidirem ou quiserem tanto comer carne, não será certamente com desconhecimento (ou encobrimento) de toda a sinistra realidade que está por detrás de um bife.

Qualquer curiosidade acerca do vegetarianismo é só perguntar. :)

7 de jan. de 2012

Sugestão cinematográfica de fim da tarde

Os Três Mosqueteiros


Já vimos várias adaptações de "Os Três Mosqueteiros" e como diz Paul W.S. Anderson, realizador desta adaptação do livro de Alexandre Dumas "cada geração deveria ter a sua própria versão de "Os três mosqueteiros".
A história desenrola-se no reinado de Luís XII de França onde o jovem D'Artagnan parte da sua terra para seguir o seu sonho, o de ser mosqueteiro. Quando chega a Paris arranja problemas com Athos, Porthos e Aramis mas depois de lutar ao lado deles contra os soldados do Cardeal tornaram-se num só com o lema "Um por todos e todos por um". Aí travam lutas contra Milady e o Cardeal para salvar o destino da França e da rainha.
Esta adaptação conta com a participação de Logan Lerman, Matthew Macfadyen e Milla Jovovich, que em todas as cenas de luta utilizam espadas verdadeiras.
É das melhores adaptações do livro apesar de nenhuma ser fiel ao livro. Esta versão conta com empolgantes cenas de luta e bastante humor misturado.






Página Imdb do filme

o AMOR é incondicional :)

«Um chiuaua foi salvo dum incêndio por um bombeiro, que conseguiu reanima-lo usando uma máscara de oxigénio para crianças. A luta desesperada para salvar o cão foi capturado em vídeo.
Mojo é o nome do chiuaua que ficou preso no reboque em chamas do dono. Os bombeiros retiram-no inconsciente e durante 10 minutos um paramédico esforçou-se para salvar o cão, usando uma máscara de oxigénio para crianças.
O cão conseguiu sobreviver e está a ser tratado por um veterinário, por causa da inalação de fumo. O proprietário escapou ileso.»

fonte: jornal de notícias.pt

6 de jan. de 2012

Música do dia

Será o cúmulo da burrice?

Confesso, hoje ao ver esta publicação no facebook fiquei parva! 
Como é possível alguém achar preconceito uma pessoa com sida não poder doar sangue? 
Inicialmente pensei "isto deve ser a brincar", mas infelizmente apercebi-me que a burrice das pessoas por vezes supera os limites. Será o cúmulo da burrice?



Sugestão cinematográfica de fim da tarde

War Horse


War Horse é mais um dos épicos filmes de Steven Spielberg.
A história desenrola-se durante a primeira guerra mundial com a notável amizade entre um cavalo chamado Joey e um jovem chamado Albert, que o domestica e treina. Quando estes se separam a história acompanha a jornada de Joey na guerra e alterando e inspirando a vida daqueles que com ele se cruzam.
Jeremy IrvineEmily Watson e David Thewlis são alguns dos actores que participam nesta história.
Até agora já foi nomeado para 2 Globos de Ouro e é um forte concorrente para os Óscares.
Estreia-se nas nossas salas de cinema dia 23 de Fevereiro.




5 de jan. de 2012

Nem tudo é negativo...





Eu não classifico a escola como um mal, mas sim como uma rotina. Durante nove meses, somos encaminhados a uma rotina desgastante, que nos cansa. Contudo, existe uma motivação, para mim a principal, que nos faz levantar da cama todos os dia rumo a escola. Essa motivação são os amigos.


Há já dois anos letivos que partilho a minha amizade convosco, 11ºH.


Nem tudo foram rosas, é verdade, porém foram mais os momentos de grande cumplicidade que reinaram. Lembro-me das gragalhadas que dei por acontecimentos bastante engraçados. Sou um fã de vocês todos, em particular o grupo do costume. Este ano o grupo aumentou. Se calhar porque sabemos que para o ano seguinte já não teremos todas as companhias presentes do nosso lado, por caminhos que todos escolhemos, caminhos que vão de encontro a futuro. Quero aqui clarificar que sou adicta à vossa amizade porque sem ela era meramente uma aluna como qualquer outro da escola. Mas felizmente sou aluna da turma 11ºH, com quem partilho todas as minhas alegrias, novidades, tristezas e até mesmo gargalhadas. Quero agradecer-vos por todo o carinho que me oferecem e sobretudo a vossa amizade. Adoro-vos!!
Chamo a atenção de colaboradores, seguidos e leitores esporádicos para a presença de uma nova sondagem. Façam uso da liberdade que têm!

Sugestão cinematográfica de fim da tarde

A Dama de Ferro

Filme baseado na na vida da Primeira Ministra da Inglaterra Margaret Thatcher mais conhecida por " Dama de Ferro".
O filme conta com Meryl Streep , Jim Broadbent e Richard E. Grant, e com este elenco de luxo não se pode esperar outra coisa a não ser nomeações para os Óscares.
Infelizmente este filme só se encontrará nas salas portuguesas a 9 de Fevereiro, mas até lá fiam aqui com o trailer para saciar a curiosidade.




página do filme Imdb