"Há aquelas feridas bem visíveis na pele que nos fazem sofrer, deitam sangue mas que cicatrizam depressa, e a outras: há aquelas ocultas que estão por dentro que não deitam sangue mas que duram toda uma vida."
Porque o Contexto é a relação entre o texto e a situação em que ele ocorre, porque é o conjunto de circunstâncias em que se produzem mensagens, este blogue foi criado no âmbito da disciplina de Português com o objectivo de, neste ConTexto, cada um poder partilhar um pouco de si.
22 de abr. de 2011
Um Óscar

Podemos ser mocinhos ou vilões, viver histórias de todos os géneros, de amor, dramas, ficção, aventuras e até mesmo policiais.
Pode até parecer meio fantasioso tudo isto, mas é uma realidade.
Cada um de nós tem a sua própria história, e muitos vão participar, como actores ou figurantes.
Quando somos crianças, vivemos a inocência das histórias infantis, de magia, castelos de sonho e cavalheiros.
Na adolescência vem as historias mais fictícias.
E quando chegamos á fase entre a adolescência e a adulta, acontece uma grande metamorfose, nossos comportamentos se transformam, ficamos talvez mais rebeldes, questionamos mais os acontecimentos, vivemos mais histórias de dramas familiares e aventuras com os amigos.
Na fase adulta ficamos mais egoístas, a nossa vida se transforma mais um drama real.
É a luta pela sobrevivência, por um espaço, nos tornamos actores destemidos, onde a razão é soberana.
Chegamos a fase da meia-idade e queremos reviver as histórias românticas, estamos á procura da tão falada alma gémea.
Amadurecemos mais e vem a idade conhecida popularmente como a idade do condor. Parece que tomamos consciência do tempo e queremos agarrar o mundo com as mãos.
Vamos viver nessa fase vários géneros de histórias, mas queremos ganhar o Óscar com a mais linda história de amor.”
21 de abr. de 2011
Não se esqueçam nunca .
Superioridade
20 de abr. de 2011
UMA VISÃO NÃO TÃO PESSIMISTA
"EU CONHEÇO UM PAÍS -Por Nicolau Santos"
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores. Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados. E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais. E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).
Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.
Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis. E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.
O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.
Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses. Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e AmorimTurismo.
E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, no ambiente, etc.
Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.
Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados, porque não hão-de os bons serem também seguidos?
amote
19 de abr. de 2011
Propaganda no Facebook

18 de abr. de 2011
Algo mais que um simples filme...
E como não podia deixar de ser é sobre 2ª Guerra Mundial.
Não conto a história, fica para vocês a descobrirem durante cerca de 1h e 30 min.
Vai valer a pena acreditem.
17 de abr. de 2011
(Estritamente) Diplomático
Afinal todos nós alguma vez na vida tivemos uma reacção inesperada a determinada situação, fizemos algumas escolhas e tomámos decisões sem olhar a terceiros. A nossa ambição consumia a nossa perspectiva e deslocava a nossa maneira racional de ver as coisas. O nosso raciocínio turvava-se e chegamos a um beco, não túneis, não estradas para caminhar, mas um beco: um muro branco e sem saída. E por falar em terceiros, e pela parte que me toca, as nossas relações com os outros crescem na mesma medida em que reforçamos os nossos conhecimentos sobre as coisas e colocamos a nossa ignorância de parte. Olhamos para os outros com algum cepticismo mas acabamos por entender.
Ora, a minha maior ambição e chegar a ser diplomata, mas diplomata não só no sentido profissional, aquele indivíduo que representa uma determinada nação ou instituição de poder, mas no sentido pessoal: socializar cordialmente com os outros, estreitar as nossas ligações, empreender novos caminhos com outras culturas e não colocar as nossas opiniões por cima dos outros.
Sou metaleira, so what?
Grande parte dos meus amigos ouve músicas do género POP ou POP/ROCK, e eu ouço sem problemas esses géneros de música porque eu até gosto bastante. Quem não gosta da "Grenade" ou "Just the way you are" do Bruno Mars, ou da "Firework" da Katy Perry? Mas, quando se trata de ouvir o meu género preferido de música, bem, aí já é outra conversa. Eu ouço Rock, mas nesse grupo ouço principalmente o Metal, são os meus géneros preferidos. Muita gente acha que é só músicas em que os cantores "berram" por isso vou explicar a minha escolha.
O Metal é um estilo de música muito peculiar, a maior parte das músicas os cantores fazem Vocal Gutural, vou explicar, gutural é uma técnica vocal no qual obtemos um som rouco, grave ou profundo, outros utilizam Drive Vocal no qual o som sai mais limpo que no Gutural. Os que têm a proeza de produzir estes sons se não os fizerem correctamente podem ficar com graves problemas vocais. Continuando, a razão que me levou a gostar do Metal foram as letras das música, a verdade " crua e fria" das palavras. É como se a poesia estivesse presente na música, ao contrário de músicas com por exemplo "Umbrella"(Guarda-chuva) e que são êxitos apesar de o assunto abordado não ter nenhum interesse mas toda a gente gostar devido à sua boa batida. Acredito que caso a Lady Gaga faça uma música com uma receita de bolo mármore a música tornar-se-ia um sucesso de vendas.
O Metal aborda temas como a morte, o sexo, o holocausto muclear e trágedias românticas.
O Metal é um "mundo alternativo" que têm nomes próprios que distingue os metaleiros dos outros como o cabelo, a roupa, personalidades,etc...
O Metal ou correctamente dizendo o Heavy Metal é para todas as horas do dia, não serve só para dançar. Ouço-a quando estou contente, quando quero dançar, quando estou triste, e até quando estou enervada a ponto de querer bater em alguém.
Nós os metaleiros, não somos uns arruaceiros violentos como dizem. Somos bastante sociáveis e em todos os concertos existe moches. É assim que somos e é assim que continuaremos a ser.
Lembrem-se o Heavy Metal não é só um género de música e sim um "Estilo de Vida".
16 de abr. de 2011
Hoje é o dia.
Hoje é o dia.
15 de abr. de 2011
alguém pode esclarecer-me ?
Será que eles também têm dúvidas se devem agir com a cabeça ou com o coração?
13 de abr. de 2011
Pensamento do dia
Sófacles

