4 de abr. de 2011

"SER PORTISTA É UMA BENÇÃO QUE NÃO SE PODE PARTILHAR"


Bom dia minha gente! Um dia especialmente belo, e desta vez não é pelo regresso tão aguardado do Sol e do calor que antecipa um Verão na praia.
Hoje estou feliz porque o meu PORTO ter sido na noite de ontem sagrado oficialmente campeão. Sim, porque já há muito que todos sabíamos que isto ia acontecer.
O que não nos passava pela cabeça era sermos CAMPEÕES na casa onde perdemos o título na época anterior, com os tão famosos túneis da Luz. 
Não me surpreendeu o mau perder demonstrado pelos benfiquistas, algo a que já nos habituaram. Desligar as luzes do estádio e ligar o sistema de rega?! Ó Senhor Luís Filipe Vieira, isso só nos traz mais motivos para festejar: ganhar na Luz é bom, ganhar o campeonato na Luz é ainda melhor, mas sentir o vosso mau perder? Ó pá, isso dá outro saber à festa!
Dizem que a gente do FCP é agressiva, bruta, mal-educada e essencialmente violenta e sem noção. Não me gozem, por favor, porque pelos vistos também no vosso Estádio entram bolas de golfe, entre outras coisas, que tentam atingir os nossos jogadores que marcam os cantos.
Diz o Jorge Jesus que o Porto só ganhou devido ao mau inicio de época. Sabem o que isto é? Mau perder. Tirar prestígio ao adversário ou dizer que ele só ganhou porque a nossa equipa não soube aproveitar as oportunidades é a maneira mais fácil de dizer: tivemos a faca e o queijo na mão, mas fomos uns falhados e não a aproveitamos.
Li no outro dia que todos temos uma causa natural para sermos benfiquistas, quando nascemos a nossa mão deu-nos à Luz e não ao Dragão ou a Alvalade. Por um lado, as mães têm uma espécie de depressão pós-parto e não "gostam" dos filhos, por outro lado, as nossas mães não nos querem deixar de fora de espectáculos como este.
Não somos fanáticos, não somos ferrenhos, somos orgulhosos numa equipa que seja no nossos campo seja em campo alheia mostra sempre a garra, a raça, e uma calma que mesmo estando a perder nos faz acreditar que vamos vencer. Peço que não me venham com velhos argumentos sobre corrupção e jogos "roubados", porque se esta festa não aconteceu no ano passado foi graças a túneis muito convenientes. E que me desculpem os milhões de mouros que para aí há, mas o André Villas-Boas e o Pinto da Costa são como Santiago, são mata-mouros!
Para o ano voltamos a festejar, até lá, cumprimentos azuis e brancos!




P.S.: Para a próxima paguem a conta da luz à EDP, pode ser ? 

3 de abr. de 2011


"As mulheres aprendem a observar nos outros aquilo a que mais tarde chamam intuição. É uma qualidade quase exclusiva do foro feminino e é por isso que os homens que também a possuem chegam mais longe. A essa capacidade de antecipar a realidade, de ler no olhar uma subtileza, de interpretar a vontade e o medo nas batidas de um coração, os homens chamam-lhe instinto, as mulheres, intuição.
É a intuição que diz a uma mulher que está a gerar uma criança mesmo antes de fazer o teste da gravidez, que indica os caminhos do coração quando a dúvida se instala, que lhe diz quando deve lutar por um homem ou desistir dele. É uma espécie de mapa interior, de guia invisível, de alarme adiantado à inevitabilidade da vida. A estes sinais, dados pelo acaso, por um centésimo de segundo de silêncio ou na troca furtiva de um olhar, é preciso interpretar o que sente e a partir daí perceber o que pode acontecer.
Nunca acreditei em bruxas nem adivinhos, prefiro lê-los nas histórias do que vê-los ao vivo a deitar cartas ou a atirar búzios ao ar, até porque acredito que o futuro é bom exactamente pelo desconhecido que guarda, mas já acertei demasiadas vezes nas previsões que fiz para poder desconsiderar a minha intuição.
O lado mau da involuntária omnisciência é conseguir cada vez menos que a vida me surpreenda, o que faz com que assista, quase de braços cruzados, a mudanças que não quero e nem sempre consigo aceitar. O lado bom é a antecipação de uma nova realidade e o tempo de preparação para enfrentar a tempestade que se avizinha, como fazem os habitantes das cidades por onde passam os furacões, trancando com tábuas a casa e o coração e esperando que passe depressa e provocando os mínimos danos possíveis.
Vejo a intuição como um atributo da alma, um dom guardado entre o coração e a cabeça, para lá da inteligência e da razão. Uma espécie de voz acima da realidade, como um balão a gás quente que consegue ver mais longe do que o olhar alcança, um código de barras que se descodifica a ele próprio, um telescópio da anatomia dos sentimentos, porque tem muito mais a ver com o que se sente do que com o que se pensa, com o que se imagina do que com o que se vê, com o que se teme do que com o que se deseja, sentindo como certo aquilo que o entendimento ainda não captou.
E é por isso que, quando o alarme começa a tocar, primeiro baixinho em tom de aviso, e depois, cada vez mais alto até me ensurdecer com a evidência que se aproxima, respiro fundo para ganhar forças e lembro-me que o futuro não é mais do que a projecção das sombras do meu passado, um lugar cómodo para arrumar os sonhos, no qual a imprevisibilidade e o mistério reinam e onde, talvez e apenas aí, a intuição descanse da sua sabedoria. Prefiro ter o dom da intuição a esperar placidamente pelo desconhecido, mesmo quando o desconhecido me traz todos os sonhos numa bandeja."

Texto de Margarida Rebelo Pinto, a pura definição do nosso "dom".

1 de abr. de 2011

Verdadeiros homens de negócios



Isto é mais uma prova que por vezes são mais adultos que os próprios adultos.


Vejam até ao fim...

31 de mar. de 2011

Teste em... Um, Dois, Três!

 

   Todos os anos, milhares de animais (nenhum é poupado, cães, gatos, macacos, ratos, etc) são usados em experiências laboratoriais para a criação de novos produtos cosméticos, para a evolução de tratatamentos medicinais e medicamentos. Passando por fases de grande sofrimento fisico e mental, muitos animais acabam com mutuações fisícas e psicologicas, doenças e em muitos casos (demais) acabam por morrer. Será que vale a pena isto tudo para ter-mos um perfume ou um creme novo? Será que não há outras maneiras de criarem medicamentos e tratamentos para salvar vidas sem acabar com outras? Eu digo-vos a resposta: - Há sim!
  Está na altura de acabar-mos com esta crueldade em pleno século XXI! Ajuda a pôr um STOP nisto, pensa bem nisto e, assim que te for possivel, verifica todos os produtos cosméticos e medicinais que tens em casa e mantém apenas os que dizem "Não testado em animais." e sempre que fores comprar um destes podutos não te esqueças de verificar o rótulo, só assim podemos começar com o fim desta crueldade.
  Agora deixo-vos um vídeo, para terem uma maior noção do que é isto dos testes em animais.

30 de mar. de 2011

"Não vivas para que a tua presença seja notada, mas para que a tua falta seja sentida." Bob Marley

Ser Português é:



  1. * Levar arroz de frango para a praia.

  2. * Guardar as cuecas velhas para polir o carro.

  3. *Lavar o carro na rua, ao Domingo.

  4. *Ter pelo menos duas camisas traficadas, uma da Lacoste e outra da Tommy.

  5. *Passar o domingo no shopping.

  6. * Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa da caneta.

  7. *Viajar para onde Judas perdeu as botas e encontrar lá um "compadre" no restaurante.

  8. *Receber visita se ir logo mostrar a casa.

  9. *Enfeitar as estantes da sala com os presentes de casamento!

  10. *Exigir que lhe chamem Doutor.

  11. *Exigir que tratem por Sr. Engenheiro.

  12. *Axaxinar o portuguex ao eskrever.

  13. *Gastar 50 mil€ no Mercedes C220 cdi, mas não comprar o kit mãos-livres. porque é "caro". *Já ter "ido à bruxa".

  14. *Filhos baptizado de catecismo nas mãos, mas nunca por os pés na igreja.

  15. *Não ser racista, mas abrir uma excepção aos ciganos.

  16. *Ir de carro a qualquer lado, aconteça o que acontecer, e pelo menos, a 500 metros de casa.

  17. * Cometer pelo menos 3 infraçoes no código de estrada, por quilómetro percorrido!!!

  18. *Ter três telemóveis.

  19. *Gastar uma fortuna no telemóvel e pensar duas vezes antes de ir ao dentista.

  20. * Ir ver o jogo de futebol, comprar o bilhete "prá-geral" e saltar "prá-central".

  21. *Viver em casa dos pais até aos 30 anos ou mais.

  22. *Ser mal atendido num serviço, ficar deveras aborrecido, mas não reclamar por escrito "porque não se quer aborrecer"

  23. * Falar mal do Governo e esquecer-se que votou nele.

Histórias de vida


" Aos 18 anos, Maria esteve refém no quarto e foi várias vezes perseguida e ameaçada. O agressor era o namorado: "sempre houve um ciúme exacerbado. No início soa a amor e até sabe bem, mas depois... é um terror". Maria (nome fictício) tinha 17 anos e apaixonou-se por "um homem mais velho, lindo". "Era um deslumbramento. No início, ele quase estendia um tapete vermelho para eu passar", recorda. Um ano depois, Jorge (nome fictício) deixou o emprego em Lisboa e mudou-se para Coimbra, para ficar perto dela: era mais um sinal de amor. Mas foi esta proximidade diária que fez com que Maria sentisse que algo de errado se passava. "Tinha de explicar por que é que estava a falar com esta ou outra pessoa, por que é que tinha ido aqui ou ali. Tinha que justificar tudo", lembra, 15 anos depois, quando já consegue contar a história sem chorar. De acordo com o estudo da Universidade do Minho sobre violência no namoro, um em cada cinco jovens é vítima de comportamentos emocionalmente abusivos. Actos de controlo ainda são vistos como manifestações de ciúme e confundidos com "provas de amor", lembrou a autora do estudo, Sónia Caridade. Maria foi-se afastando dos amigos e família, deixou de ter vida social, sentia-se "numa redoma". Um dia percebeu que não queria continuar, mas ele já conhecia todas as suas rotinas e "tornou-se claustrofóbico". Terminou a relação e passou a ser perseguida diariamente pelo ex-namorado, que "fazia escândalos na rua" e "ficava noites inteiras" à porta de sua casa. "Começava a bater à porta às dez da noite e, com vergonha dos vizinhos, acabava por deixá-lo entrar. Quando ele percebia que as minhas colegas não estavam, fechava-se no meu quarto". Maria passava a noite com ele. "Ele obrigava-me a estar na cama e a ter relações sexuais sem querer. Era os píncaros da loucura. Não era uma violação, mas na verdade eu não o queria fazer. Era uma mistura de sentimentos, de amor e repulsa ao mesmo tempo e, no fim, acabamos por ceder de uma forma que não é normal", recorda, lembrando que foi com ele que perdeu a virgindade. "A violência sexual, a não ser quando envolve actos de maior gravidade, não é percebida pelos jovens como forma de violência. Quando se trata de pressão, coacção ou carícias indesejadas estas são desvalorizadas", lembrou Carla Machado, orientadora da tese de doutoramento, para a qual inquiriu mais de quatro mil jovens entre os 13 e os 29 anos. De acordo com o estudo, una em cada quatro relações de namoro na adolescência é marcada por episódios de violência e 25,4 por cento dos jovens portugueses são vítimas, pelo menos uma vez, de um acto violento na relação amorosa. Muitos não conseguem pôr fim ao namoro. Maria sentia-se "sozinha", "tinha vergonha" de assumir perante os outros que tinha escolhido mal o primeiro homem da sua vida e, no desespero, tentou o suicídio. "Eu não queria morrer, queria apenas que aquela loucura acabasse, nem que fosse por algumas horas", recorda. Foram os amigos que a "salvaram", a "melhor amiga" que esteve com ela nos momentos difíceis, os colegas que chamaram a polícia quando ele não a largava. "Apanhava-me na rua, agarrava-me no braço e nem a polícia conseguia que ele me largasse. Diziam que não podiam fazer nada porque eu não fazia queixa formal. Quando ele se distraía, fugia e era acompanhada pela polícia até casa, para garantir que ele não me iria fazia mal", recorda. A perseguição só acabou quando Jorge foi internado no Hospital psiquiátrico Sobral Cid, depois de se tentar suicidar, uma fórmula para a forçar a ficar com ele. Durante muito tempo, Maria tinha recorrentemente o mesmo pesadelo: "Passava a noite a sonhar que estava em fuga. Era um trauma da violência física de que fui alvo". Nos apontamentos da faculdade, ele deixou-lhe um recado que Maria só viu anos mais tarde: "Todos temos uma loucura e eu tenho a minha". "

26 de mar. de 2011

Crise Social em Rede


Porque acho que o estado em que o país está é uma palhaçada, deixo-vos esta imagem.
Sim, é que os nossos políticos só querem mesmo ser sociais, se possível em rede. Atrapalham-se uns aos outros, negam coisas a pés juntos durante meses , tudo isto devido à ânsia de ir ao pote. Quando estão prestes a alcançar o fim do arco-íris mudam o discurso, deixam cair a máscara e mostram a sua essência. Resultado: é tudo farinha do mesmo saco, é mais do mesmo.
Solução? Mandá-los todos para Marte, e acho que nunca mais encontrariam lá vida. É que como eram os primeiros a lá chegar, até impostos por se deslocarem iam exigir.
Agora a sério, alguém acha que este país tem remédio? É que o que não tem remédio, remediado está!

25 de mar. de 2011

a todos vós, um conselho:


"Não fales com desconhecidos, mas não os ignores, eles podem precisar de ti para dias melhores"

23 de mar. de 2011

Saudades

Saudades! Sim... Talvez... e porque não?...
Se o nosso sonho foi tão alto e forte
Que bem pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!

Esquecer! Para quê?... Ah! como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como o pão!

Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar,
Mais doidamente me lembrar de ti!

E quem dera que fosse sempre assim:
Quanto menos quisesse recordar
Mais a saudade andasse presa a mim!

Florbela Espanca

22 de mar. de 2011

A Nossa Participação (Sem Dúvida) Conta

Recentemente tive a oportunidade de participar na Festa da Poesia que se realizou na Biblioteca Municipal.

Foi uma experiência inesquecível pois contava com esforço e apreço pela poesia de todos que dela fizeram parte. Poesia esta que muitas vezes tem o enquadramento perfeito na nossa realidade.

É por isso que considero que a disponibilidade de aqueles que se propuseram a declamar um poema, possa essa declamação ter sido um pouco mais ou um pouco menos boa, é de louvar, pois estes, da nossa escola, destacaram-se para serem vistos por um público um tanto crítico.

É necessário salientar que esta coragem merece ser reconhecida, pois é uma coragem que muitos não tiveram.

Dito isto, agradeço profundamente a oportunidade dada para expressar os nossos sentimentos e demonstrar a consideração que temos pela Língua e também dou os meus PARABÉNS aos participantes da nossa escola que tão prontamente se dispuseram.

PARABÉNS sinceros!!!

DavidP.

21 de mar. de 2011



Venho, por este meio, comunicar que desapareceu o meu amor.

Trata-se de um sentimento extremamente valioso que preenchia todo o meu ser. Não tem características particulares. É abstrato. Toda a gente necessita dele, tal como eu! O meu fugiu e não sei do paradeiro dele. Já desapareceu há bastante tempo mas pensei que voltasse. Infelizmente não apareceu. Peço, então, a vossa ajuda para reencontra-lo. =D

17 de mar. de 2011

O Abismo Das Consequências

É o que chamamos "quando as coisas vão para o torto" e sem dúvida não poderia estar mais correcto. É já algo sabido, cada acção, cada acto, cada coisa que nós fazemos tem um condição a ela subjacente e "porquês", mas o que as vezes nos custa entender é que existem consequências muito mais inflexíveis que podem ser ainda mais determinantes do que as próprias condições e os próprios motivos que nós lhes colocamos.
Aquilo que fazemos no presente não é possível de ser mudado e, aceitar o que advém do que fazemos pode custar e até mesmo deixar-nos constantemente a pensar, repetidamente...

Bem, não custa saber o que receberemos dos nossos actos, mas custa saber o que nos espera, isso e todo um conjunto de sentimentos desafiadores e uma "carrada" de "porquês", chatos "porquês".É desta forma tão violenta e forçada que aprendemos.

Sempre sem esquecer que um: «desculpa!» torna-se inútil, sem sentido e evitável quando não se pede com sinceridade e com arrependimento verdadeiro, porque, se não fossem dos «desculpas», o que seria dos: «estás perdoado!» que deles é feito o mundo e que deles são consequentes?

Momento de Reflexão

" A pessoa que nunca errou foi aquela que nunca fez coisa alguma"
Michel Quoist

16 de mar. de 2011

Fenómeno...



Uma croata de 13 anos de idade saiu do coma a falar alemão fluentemente, sempre que alguma vez tivesse aprendido o idioma, e sem saber falar a sua língua materna.

Natural da cidade de Knin, a rapariga perdeu a consciência durante 24 horas e os pais nao compreendem como o fenómeno aconteceu porque afirmam que a filha tinha aulas de alemão mas apenas tinha os conhecimentos básicos.

Ainda nenhuma médico conseguiu fazer um diagnóstico!

igualdade teórica


Até me podem convencer de que somos todos iguais, mas ninguém me tira da cabeça que uns são mais iguais que os outros.

15 de mar. de 2011

Concurso “Um postal vale mil ideias “ e Concurso Inês de Castro (3ª Edição)

O Plano Nacional de Leitura informa que, no âmbito do Concurso “Um postal vale mil ideias “, os trabalhos seleccionados pelo agrupamento/ escola não agrupada deverão ser apresentados entre o dia 14 e o dia 18 de Março de 2011, através do preenchimento do formulário “Um postal vale mil ideias“, que se encontra disponível no Sistema de Informação do Plano Nacional de Leitura. No mesmo período, deverá ser enviada uma mensagem para o endereço electrónico – umpostalvalemilideias@gmail.com, por cada postal ilustrado a apresentar a concurso (convertido em imagem - JPEG, TIFF, BMP, PNG ou, caso prefiram, em PDF), identificando-se:
·         agrupamento
·         escola
·         trabalho
·         aluno
·         ciclo
·         nível

Lembra-se ainda que a inscrição para a 3ª Edição do Concurso Inês de Castro deverá ser feita online, no SIPNL, até 25 de Março de 2011.

14 de mar. de 2011

Medo da morte


"A grande verdade que poucas pessoas admitem, é o medo da morte. Estamos sempre acreditando em algo que nos faça ter uma esperança, mesmo ilusória ou não, na passagem entre a vida e a morte.
Conhecemos as teorias, aquilo que fazemos até questão de acreditar, mas este acreditar vem relacionado ao medo de morrer, talvez do desconhecido, e precisamos encontrar algo que nos ofereça segurança para enfrentar este medo.
Sabemos com certeza que existe vida após o parto, mas após a morte, ninguém sabe, existe sim uma grande proporção de interpretações, e até mesmo de pessoas que se dizem conhecedoras e porque não desbravadoras, que já foram até o outro lado, se existe mesmo este outro lado,
porque nada foi provado até os dias de hoje.
Fala-se muito em paraíso, como o próprio nome diz, um lugar onde só acontece coisas boas, onde viveremos uma vida de harmonia, alguns acham até de fartura, mesmo material, mas estas pessoas acabam cometendo um terrível engano, e esquecem de tentar transformar esta vida que vivemos hoje, num paraíso.
Hoje sabemos que existe, este mundo que habitamos, nao sabemos nada da existencia de outros mundos.
Na verdade não conhecemos sequer o mundo que habitamos, o que dirá outros mundos, ou outras vidas.
Não devemos viver num mundo de ilusões, devemos sim, colocar os pés no chão,
e tentar a cada dia tansformar o nosso mundo, no paraíso."