É isto o que vemos todos os santos dias: propaganda política, queixas, acusações, reclamações e mais umas quantas más línguas. Vemos aqueles mais o menos mais bem conformados e vemos aqueles que mais parecem saídos de um conto, mas no final ninguém faz nada, ninguém fez nada.Quando as vozes ficarem roucas, quando as promessas ficarem desfeitas, quando não existirem mãos para taparem a cara, quando atingirem um ponto de saturação, quando estes políticos que nos visitam nas nossas casas, não na minha, mas na dos portugueses eu digo: que mais há por dizer, ou melhor, que mais há por repetir? Quantos mais papéis, mais jornais serão vendidos para ler o mesmo? Quantas notícias os médias voltarão a repetir, do mesmo? Será que a consciência não lhes chega? Será que são isentos de a terem? Então porque fazem tanto mal a uma nação disposta para a mudança e carente?











Chega de livros acastanhados, chega de espinhos desdobrados, chega de sóis e de serões desocupados. Chegam as histórias das nossas vidas, chegam as mãos todas partidas, chegam os sonhos apenas sonhados, vamos é concretizá-los! 



